Acaso existe de fato alguma novidade debaixo desse sol?
Todos os movimentos estão interligados mesmo estando distantes
uns dos outros? Observe o movimento das folhas ainda unida a ponta
de um galho fixado em uma semente chamada arvore.
O que as movem? O vento, ainda que levemente?
A semente chamada arvore, fixada na terra, o que a fez germinar?
Uma folha quando se desprende da ponta do galho, fixado na semente,
chamada arvore, leva um tempo para chegar ao chão?
Você sabe que tempo é esse?
Esse tempo seria relativo ao peso dessa folha?
Ao chegar ao chão, essa folha, ofereceria algum peso a Terra?
Esse momento seria de fato uma queda da folha ou seria apenas
um deslizar da folha até ao chão?
Seria o vento o real motivo do desprendimento da folha
que se mantia unida ao galho?
Haveria um trajeto previamente definido para essa folha repousar no chão?
Seria um "envelhecimento" a folha ficar menos verde, assumindo uma "coloração"
considerada seca?
A "vitalidade" dessa folha teria se esgotado independente do fluxo de vitalidade oferecido
as demais folhas unidas aos galhos da mesma semente chamada arvore?
As chamadas células que compõem um corpo, considerado humano, também, atendem
ao processo (semelhante?), encontrado nas folhas?
O interior observado de um átomo é um vácuo.
Ao contrário do que se pensava, antes das observações, ser composto de matéria densa!
A partir dessas observações a "matéria densa", deixou de ser considerada densa
ou mesmo uma matéria?
Será que os Drs. Hans Jenny, Masaru Emoto, Gregg Braden, estão equivocados em suas
pesquisas e você estaria correto em suas deduções, advindas das emoções, inerente ao corpo,
que ocupa atualmente aqui na terra?
Um observador atento seria capaz de perceber que é um observador de si mesmo?
E sendo assim estaria ele na condição de observador, criando absolutamente tudo
o que vive na sua vida?
Seria, talvez, o momento de nos entregarmos ao silêncio?
Silêncio, diante do silêncio.
Tenho pra mim que você compreendeu!
