O Tico e o Teco.
Teriam entre eles algum relacionamento?
Seriam irmãos?
Namorados?
Primos?
Teco trabalha para o Tico?
Tico trabalha para o Teco?
São sócios na sustentabilidade de ambos?
Eles dividem com mais alguém a alimentação?
O fazem por algum motivo especial?
Vendem parte do que armazenam? Se armazenam.
Vendem, quem compra?
Seriam deles o local onde moram?
O alimento deles provem de outras fontes?
Seriam eles mesmos os cultivadores?
Se armazenam, o local de armazenamento seria alugado?
O terreno onde a moradia deles se encontra seria arrendado?
Teriam eles algum plano de saúde?
Por serem o Tico e o Teco, isso pouco importa?
Você já se permitiu pensar sobre isso?
Deveria.
Porque?
Eles existem mesmo?
Seriam criações inspiradas em algo real ou, simplesmente,
são frutos da imaginação de alguém?
Mas se são inspirados em alguém, quem seria esse alguém?
Tico e Teco passam alguma mensagem?
Se passam, que mensagem seria?
Para quem elas são direcionadas?
Existe propósito nessa mensagem?
Você deve estar se perguntando, que importância tem isso de saber algo
sobre o Tico e o Teco?
Talvez, a mesma que a dupla de ratinhos Bernardo e Bianca, o lendário Topo Gigio,
o Supermouse, o Jerry (dupla Tom e Jerry), Sart ou Stuart Little, Ratatouille, Despereaux,
Pink e Cérebro, Fievel, Faro Fino, Ligeirinho, Basil o Ratinho detetive, Ratinhos da Cinderela,
Roquefort (aristogatos), Timótio (dumbo), Comichão e Coçadinha, dentre outros que no momento
não me lembro. Mas que estiveram e alguns ainda estão presentes, através, de algumas emissoras
de televisão em suas programações.
Programações, aliás, que atendem a um determinado horário, pois sim?
E portanto visam um público especifico, ou não?
Público esse que oferece algo?
Seria a capacidade de discernimento?
A capacidade de consumo?
Nem uma, nem outra?
Dois lados de uma mesma moeda.
Entre um lado e outro está o que me atrevo a chamar de o meio.
O meio é composto de inúmeros outros meios.
Assim temos um cenário.
Nesse cenário ocorrem situações as mais variadas.
Uma delas a geração de incentivos.
Incentivos para os mais variados fins.
Um deles poderia ser o do interesse.
Interesse por exemplo em geração de sistemas.
O sistema financeiro? Gostei desse nome.
Sistema voltado para a manutenção dos sistemas.
Mas qual seria a mola propulsora desse sistema?
Dinheiro foi o nome dado.
Pode ser encontrado em um dos seus lados.
O meio será usado para que o dinheiro
possa chegar ao outro lado da moeda.
Esse movimento será realizado através de financiamentos.
Também conhecido como empréstimos.
Inteligente esse movimento, sabia?
Porque muito poucas pessoas se perguntam sobre esse cenário.
Você, certamente, não faz parte desse grupo de pessoas.
É de seu conhecimento que o nome, sugestivo, aliás, dado ao sistema facilitador
na condição de fiel depositário do dinheiro, é Banco.
No Banco você pode depositar o "seu" dinheiro.
Isso mesmo. O "seu" dinheiro.
Nesse estagio do cenário, os idealizadores, já fizeram você aceitar que o dinheiro,
pode ser "seu". E com toda confiança, guardado no Banco.
Através do Banco você passa a considerar muitas coisas.
Uma delas que existe a segurança, a possibilidade da multiplicação do "seu" dinheiro.
O "seu" dinheiro uma vez colocado no Banco pode se multiplicar, como as células do corpo que
você ocupa, nesse exato momento, no agora.
Fantástico!
Para esse fenômeno deram o nome de Juros.
Maravilha!
Sabe como funciona isso?
Acredito que sim.
Mas mesmo assim, irei tentar descrever para você nas minhas palavras, simplistas.
Para isso irei fazer uso da quantia de 60,000 mil (Reais, Dólares, Euros, o que você preferir).
Você vai ao Banco e pede essa quantia.
Quando você faz isso o que de fato passará a acontecer?
Perguntas serão feitas e Respostas serão dadas de ambas as partes envolvidas.
Depois disso o Banco irá digitar o número que corresponde ao valor solicitado
na "sua" conta. Simplesmente isso e nada mais.
Não será produzido nenhuma moeda, nem imprimido nenhum dinheiro.
Material nenhum considerado de valor em lugar algum será movido.
Apenas será digitado o número 60,000 no sistema. " Sua" conta.
Nesse momento surge o fenômeno dos juros. Lembra?
Apenas será digitado o número 60,000 no sistema. " Sua" conta.
Nesse momento surge o fenômeno dos juros. Lembra?
Nessa altura você já sabia da existência desse fenomeno. Certo?
Agora o que você não percebeu é que o dinheiro não existe, nunca existiu,
jamais irá existir. Outra informação que você não tem é que o Banco esta autorizado
por ele mesmo a emprestar por nove vezes a quantidade que afirma estar guardado
em seus cofres. Separando 10% do valor emprestado para os Cofres do Banco.
Que na verdade veio do deposito de alguém que considera seguro depositar no Banco.
Algo me diz que você percebeu que o Banco surge sem nada de si mesmo
depositado em seus Cofres.
Essa possibilidade foi determinada quando os idealizadores elaboraram
os meios para o funcionamento e a manutenção dos sistemas.
Você, não estava lá. Pois é!
Detalhe, interessante!
Vale multiplicar, empréstimos, solicitados por outras pessoas que você nem conhece.
O que isso gera?
Movimentos de entradas e saídas do dinheiro, que não existe, seguindo a mesma regra aplicada
para com o empréstimo de um dinheiro "pertencente" a alguém que depositou no Banco.
E nem sonha que esse dinheiro depositado será emprestado para alguém que pagará ao Banco
sob as bençãos do fenômeno Juros por ter feito o empréstimo.
O montante advindo desse fenômeno não será em sua totalidade acrescentado na conta do
real "dono" do dinheiro.
O que gera esse movimento financeiro?
Para os intelectuais, Servidão Social .
Escravidão Social, para os não intelectuais!?
Me lembro nesse momento de um empresário chamado, Henry Ford,
que no ano de 1922, disse o seguinte:
"É essencial que as pessoas da nação não entendam
como o nosso sistema bancário e financeiro funcionam,
pois senão teríamos uma revolta amanhã mesmo".
Os meios para gerar distraídos são muitos.
Você gosta de desenho animado, futebol, filmes, novelas?
Gosta de assistir telejornais, que decidem nas redações, o que você irá conversar no dia seguinte?
Por falar nisso, que horas é agora?
Já não está na hora de você assistir a sua programação preferida?
Previsão do tempo?
Algo me diz que você entendeu!
Agora o que você não percebeu é que o dinheiro não existe, nunca existiu,
jamais irá existir. Outra informação que você não tem é que o Banco esta autorizado
por ele mesmo a emprestar por nove vezes a quantidade que afirma estar guardado
em seus cofres. Separando 10% do valor emprestado para os Cofres do Banco.
Que na verdade veio do deposito de alguém que considera seguro depositar no Banco.
Algo me diz que você percebeu que o Banco surge sem nada de si mesmo
depositado em seus Cofres.
Essa possibilidade foi determinada quando os idealizadores elaboraram
os meios para o funcionamento e a manutenção dos sistemas.
Você, não estava lá. Pois é!
Detalhe, interessante!
Vale multiplicar, empréstimos, solicitados por outras pessoas que você nem conhece.
O que isso gera?
Movimentos de entradas e saídas do dinheiro, que não existe, seguindo a mesma regra aplicada
para com o empréstimo de um dinheiro "pertencente" a alguém que depositou no Banco.
E nem sonha que esse dinheiro depositado será emprestado para alguém que pagará ao Banco
sob as bençãos do fenômeno Juros por ter feito o empréstimo.
O montante advindo desse fenômeno não será em sua totalidade acrescentado na conta do
real "dono" do dinheiro.
O que gera esse movimento financeiro?
Para os intelectuais, Servidão Social .
Escravidão Social, para os não intelectuais!?
Me lembro nesse momento de um empresário chamado, Henry Ford,
que no ano de 1922, disse o seguinte:
"É essencial que as pessoas da nação não entendam
como o nosso sistema bancário e financeiro funcionam,
pois senão teríamos uma revolta amanhã mesmo".
Os meios para gerar distraídos são muitos.
Você gosta de desenho animado, futebol, filmes, novelas?
Gosta de assistir telejornais, que decidem nas redações, o que você irá conversar no dia seguinte?
Por falar nisso, que horas é agora?
Já não está na hora de você assistir a sua programação preferida?
Previsão do tempo?
Algo me diz que você entendeu!