É mais ou menos por ai...."
Você pode viver a experiência da escolha, do "eu quero"..., quando bem entender.
Para viver uma experiência é necessário que a experiência exista, que a escolha
também exista. Caso contrário, como você poderia vive-las?
Assim sendo, viver por exemplo a experiência do "eu quero...", e sinta-se a vontade
para acrescentar o que quiser depois do eu quero, é construir oportunidades que irá
permitir outros momentos de experiências para você.
Talvez, você tenha colocado:
- eu quero escolher o vereador da "minha" cidade, ou, eu quero escolher o presidente do "meu" pais.
Ao usar essa possibilidade, você, contribuiu para que uma consciência coletiva surgir e
criar uma realidade onde outras experiências podem ser vividas, inclusive, aquelas do reclamante.
Sim, o reclamante, que surge para viver a experiencia do contrário.
Lembre-se que no inicio desta "conversa", registrei que uma experiência, uma escolha só podem ser vividas se elas existirem. E só pelo fato delas existirem você pode viver o "eu quero...".
Esse momento já é o suficiente para você dar inicio a criação do que irá viver com a experiência,
que por sua vez poderá ser boa ou má, dependendo da sua escolha quando classificar ou julga-las.
Quando você decide viver essa experiência do eu quero..., fica claro que aqueles que irão ocupar um desses cargos irão representar na verdade a consciência coletiva daqueles que os elegeram.
OU SEJA, em um determinado momento, você, irá viver portanto a experiência do reclamante e
ao viver essa experiência poderá construir outra experiência, a das consequências.
Somente por uma questão de escolhas.
Você cria constantemente a sua realidade e as consequências delas.
Caso não esteja contente com a atual realidade vivida por você, use o poder do livre arbítrio, que esta a sua disposição. Por que o livre arbítrio, também, simplesmente, existe.
Você é daqueles que pune o que você mesmo programou?
Tenho pra mim que você compreendeu. Uau!
